DISTRIBUIÇÃO DE VOLUME/FOIL

Para obter o volume de uma prancha é necessário ter em conta as seguinte variáveis: espessura das bordas e a espessura da alma. São duas variáveis que influenciam diretamente na flutuação, permitindo a uma prancha parecer mais fina por ter um aborda fina ou um bico fino e, ao contrário, a espessura da alma grossa, equiparando, assim, o volume (dome deck).
 
Por outro lado, as pranchas finas na alma resultam em bordas proporcionalmente mais grossas (flat deck).
 
A distribuição da espessura influencia na sustentação e sensibilidade. Uma má distribuição de volume pode prejudicar totalmente o desempenho da prancha.
 
A parte traseira da prancha deverá ter proporcionalmente mais volume, pois é ali que se concentra op peso do surfista.

 

Nas pranchas convencionais, o bico não tem diferenças significativas, nem muita utilidade por ser a parte com menor contato com a água. Porém, o mesmo não é verdade para o longboard. A forma do bico pode fazer com que a prancha ganhe em área. Um bico com maior área agrega sustentação, facilita a entrada nas ondas, produz maior estabilidade, mas prejudica manobrabilidade. Uma prancha com área menor no bico ganha sensibilidade, mas perde sustentação.

 

Flat deck - Muito usado anos atrás, quase não é utilizado nos dias de hoje por causa das condições do surf atual. Agrega estabilidade e deixa a prancha mais dura. Usado em algumas  rabetas de pranchas e em longboards, assim como em prancha para crianças.